quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Aguardente

Um laço se fez
Juntou dois corpos
Uma ventura
O início
Voavam por todo
O vasto espaço
Esvaziaram os seus copos

Fitavam as pálidas estrelas
Na tardizinha que cai
Falavam da luz mortiça do sol


Onde o eco dos seus lamentos
Percorria com o vento
Levando o que há por dentro
Um sentimento que mentiu
O escuro embaçava, não via
Se não via não tinha importância
Pois o tato saciava a sua fome
Produzindo em seus dedos olhares
Conheciam a si próprio
Apenas trocando os beijos
Apenas ....


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